DÚVIDAS RESPONDIDAS

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1. O que é infertilidade?
É a dificuldade que um casal apresenta na concepção de uma gestação, sem o uso de métodos contraceptivos, tendo como parâmetro um período de doze a dezoito meses.

2. Que fatores são responsáveis pela infertilidade feminina e masculina?
A infertilidade feminina tem como principais causas: endometriose, distúrbios hormonais que prejudicam a ovulação, muco cervical hostil, patologia nas trompas e, em alguns casos, no útero. Já a infertilidade masculina se deve, em grande parte, a fatores que dificultam a ejaculação; à diminuição na produção de espermatozoides; à diminuição na mobilidade deles e à ausência total de espermatozoides.

3. O que é endometriose?
O endométrio é um tecido que reveste a cavidade uterina e se renova após cada ovulação, decorrente da não gestação, é o que conhecemos como menstruação.
A endometriose é uma doença provocada pelo crescimento de tecido endometrial em áreas impróprias, como: bexiga, intestino, ovários, trompas e ligamentos, que sustentam o útero. Esse crescimento impróprio causa lesões, que podem provocar dor abdominal, alteração urinária, dor durante a relação sexual e infertilidade.

4. O tabagismo interfere na fertilidade?
A fertilidade feminina e masculina podem ser alteradas pelo tabagismo, uma vez que esse hábito pode provocar uma alteração na qualidade dos óvulos e uma diminuição na produção dos espermatozoides.

5. Quando consultar um especialista?
O acompanhamento com o ginecologista é fundamental, pois, ao se identificar uma dificuldade de engravidar durante um ano ou mais, o seu médico, pode indicá-la para um tratamento mais especializado.

6. O que é Medicina Reprodutiva?
São procedimentos médicos especializados, que têm como função auxiliar um casal com problemas de infertilidade. Entre as técnicas utilizadas, estão a indução da ovulação, que é uma das mais simples, e até a fertilização in vitro ICSI, que envolve maior complexidade.

7. Quais os tratamentos mais utilizados para a reprodução humana?
Dependendo da causa e dos fatores relativos à infertilidade conjugal, podemos citar os seguintes tratamentos, que vão do mais simples ao mais complexo, respectivamente: tratamento de patologias infecciosas e inflamatórias das estruturas reprodutivas, tratamentos cirúrgicos incluindo a microcirurgia, vídeohisteroscopia e videolaproscopia, indução da ovulação, inseminação artificial (ou intrauterina), fertilização in vitro ICSI entre outros.

8. Os medicamentos que tratam a infertilidade podem causar efeitos colaterais?
Os medicamentos utilizados, na maioria das vezes, apresentam efeitos colaterais passageiros, como: uma pequena dor mamária; sensação de peso no baixo ventre e um leve aumento no volume dos seios e dos ovários. Em alguns casos de estimulação ovariana, em uma pequena percentagem (de 1 a 3%), pode ocorrer a síndrome de hiperestimulação ovariana severa, mais comum em mulheres com ovários policísticos.

9. Qual o número adequado de embriões a serem implantados?
Segundo o Conselho Federal de Medicina, é indicada a implantação de:
- dois embriões em mulheres de até 35 anos;
- três embriões em mulheres de 36 a 40 anos;
- quatro embriões em mulheres de mais de 40 anos.
É importante ressaltar a necessidade de serem avaliadas as chances de gestação, em cada caso, e decidir, em comum acordo com a paciente, o número adequado de embriões a serem implantados.

10. A utilização de técnicas de reprodução humana aumenta as chances de gestação múltipla?
A ocorrência de gestação múltipla é uma possibilidade, dado que as medicações visam estimular os ovários a produzirem mais óvulos. Quanto à reprodução in vitro, essa possibilidade também existe, uma vez que são transferidos mais de um embrião para o útero da paciente. Para que se diminuam as chances de gestação múltipla, os embriologistas buscam eleger melhor o embrião e, consequentemente, aquele que apresenta o melhor potencial de implatação, transferindo um, e, no máximo, dois para o útero.
 
  11. A utilização de técnicas de reprodução humana aumenta as chances de má formação congênita?
Teoricamente deveria diminuir, pois essas técnicas favorecem a seleção dos melhores óvulos, espermatozoides e, consequentemente, a seleção dos melhores embriões. Isso, então, deveria favorecer a diminuição de prováveis falhas congênitas. Porém, as alterações genéticas, com técnicas de reprodução humana, apresentam a mesma probabilidade de uma gestação natural.

12. O que ocorre com os embriões não implantados no tratamento?
Não é permitida a destruição dos embriões não utilizados no procedimento, sendo indicado um processo de congelamento, o que possibilita, ao casal, a chance de uma nova gestação. Outra possibilidade é a sua doação para pesquisa. Fica a critério do casal doar os embriões restantes para outros casais inférteis.

13. Qual a duração do tratamento?
Pode variar, dependendo do tratamento necessário. Quanto ao procedimento de fertilização in vitro (bebê de proveta), o processo pode variar de 25 a 30 dias.

14. A idade é fator determinante para a gestação?
O fator idade é importante para o sucesso de uma gestação, tanto pelo processo natural, quanto pelas técnicas de reprodução humana. Enquanto estiver ovulando, a mulher pode ter filhos, porém a sua capacidade de fertilização diminui a partir dos 35 anos de idade, devido à redução do número de óvulos. Quanto aos homens, esse aspecto não é tão influenciador, pois a produção de espermatozoides se dá de maneira contínua.

15. Mulheres com trompas obstruídas podem engravidar?
Apesar da obstrução, a gestação se faz possível. Sendo mais recomendada a utilização da técnica de fertilização in vitro, em que a fecundação se dá fora do corpo.

16. Mulheres solteiras podem se submeter ao tratamento de infertilidade?
Esse tratamento se destina a pessoas que apresentam dificuldades de gestação e manifestam um real desejo em ter filhos, sendo indiferente seu estado civil e sua opção sexual.

17. Qual a diferença entre fertilização in vitro convencional e o processo ICSI?
A principal diferença é que, na primeira, um número significativo de espermatozoides é colocado em contato com o óvulo. Já no processo ICSI, um único espermatozoide é selecionado e injetado diretamente no óvulo. Logo, este último favorece casais em que o homem apresenta uma produção baixa e mortalidade alta de espermatozoides.

18. É possível determinar o sexo do bebê na fertilização in vitro?
Antes da implantação dos embriões no útero da paciente, é realizada uma biopsia, possibilitando identificar o sexo. Esse procedimento também favorece a identificação de certas síndromes, como a de Down e a de Turner, além de revelar doenças genéticas exclusivas de determinado sexo, como a hemofilia, que se manifesta apenas nos meninos. Essa é uma maneira de obter embriões mais saudáveis para uma posterior transferência ao útero.

19. Homens sem espermatozoides no ejaculado podem ter filhos?
A ausência de espermatozoides no ejaculado é chamada de azoospermia. Essa deficiência não significa a não produção de espermatozoides necessariamente, mas uma possível obstrução nas vias de saída deles. Para solucionar essa deficiência, é possível recorrer a uma biopsia testicular – uma pequena cirurgia. Nesses casos de azoospermia, é mais indicado o processo ICSI, pois, assim, faz-se necessário um único espermatozoide.

20. Mulheres sem óvulos e homens sem espermatozoides podem se tornar pais?
No caso de inexistência de espermatozoides, pode-se recorrer a bancos de sêmen no Brasil e no exterior, que oferecem amostras congeladas de doadores saudáveis e a garantia do sigilo de todo o processo. Para a seleção do doador, é levado em consideração as semelhanças físicas dele com os futuros pais. Já as mulheres podem contar com a colaboração de pacientes que produzam uma quantidade significativa de óvulos durante o processo de fertilização e tenham o desejo de doá-los.

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