FERTILIZAÇÃO IN VITRO CONVENCIONAL (FIV)

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A fertilização in vitro, conhecida como "bebê de proveta", é um tratamento de alta complexidade, considerado o primeiro marco no tratamento da infertilidade conjugal.

A fecundação, que normalmente ocorre nas trompas, é realizada em ambiente laboratorial, in vitro, que reproduz o espaço uterino.

Na primeira etapa do tratamento, ocorre a indução de ovulação com o objetivo de produzir o maior número de óvulos possível, utilizando medicações hormonais. A estimulação se dá em duas fases:

- fase de bloqueio: utiliza medicação para bloquear o ciclo menstrual natural, para um melhor controle do ciclo de tratamento;
- fase de estimulação: utiliza medicações para promover o crescimento dos folículos e a formação dos óvulos. Nesta fase, a paciente passa a fazer controle ultrassonográfico diário ou em dias alternados, na clínica, para avaliação do desenvolvimento folicular e indicação do melhor momento para marcar a aspiração dos óvulos.

Após a indução da ovulação, ocorre a coleta de óvulos e de espermatozoides.

Aspiração dos ovários para obtenção dos óvulos, minutos antes da ovulação, é um procedimento feito por meio de uma agulha de punção acoplada a uma sonda de ultrassom transvaginal, em sala de cirurgia, com analgesia leve.

A coleta dura cerca de cinco minutos, e a recuperação, de quinze a vinte minutos. A paciente recebe, então, orientações sobre a medicação pós-aspiração e sobre o seu retorno para a transferência dos embriões.

A coleta de espermatozoides se dá no mesmo dia da aspiração dos óvulos e normalmente é feita por masturbação.

 

No caso em que o homem tenha azoospermia (ausência de espermatozoides no ejaculado), a coleta é realizada por técnicas especiais, rápidas e simples, por meio da aspiração (punção com agulha fina, sem cortes), de espermatozoides dos testículos (TESA) ou dos epidídimos (PESA), dependendo da indicação.

Uma vez colhidos óvulos e espermatozoides, o próximo passo é realizar a chamada manipulação de gametas, com duas possibilidades de fertilização dos óvulos: fertilização in vitro convencional ou ICSI (o espermatozoide é injetado dentro do óvulo). Na fertilização in vitro convencional, os espermatozoides são colocados em contato com os óvulos, dentro de uma incubadora especial que reproduz o ambiente similar ao da tuba uterina, para que um deles penetre o óvulo e ocorra a fecundação.

Esses óvulos fertilizados, chamados de pré-embriões ou embriões, são mantidos no laboratório por um período de cultivo in vitro que varia de 2 a 6 dias, quando são transferidos para o útero da paciente.

A transferência dos embriões é um procedimento simples e indolor, em 90% dos casos, realizado com auxílio de ultrassom abdominal que acompanha o trajeto do cateter pelo colo do útero, até os embriões serem depositados a 1,5 cm do fundo do útero. Após quinze minutos de descanso, a paciente é liberada e orientada a permanecer em repouso no primeiro dia e a retornar com cerca de catorze dias para realizar o teste de gravidez.

Esse procedimento é indicado em situações de impermeabilidade das trompas, quando os espermatozoides não apresentam boa qualidade e quantidade (baixa concentração, motilidade e morfologia prejudicada), endometriose e idade avançada da paciente.

Taxa de sucesso: varia em torno de 15% a 55%, de acordo com a idade da paciente.

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